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domingo, 9 de outubro de 2011

Os 38 "milagres" de Jesus na visão espírita

Ivan René Franzolin

O espiritismo adota o conceito da ciência quanto aos fenômenos denominados de milagres, entendendo que eles, simplesmente não existem! A ciência parte da premissa que a natureza obedece a leis naturais; sua função é descobrir essas leis e agir sobre as causas, para fazer que o mesmo fenômeno se reproduza quando for desejado. Quando um determinado fenômeno não se explica com as leis já conhecidas, a ciência segue dois caminhos: considera que houve algum tipo de artifício/mal-entendido ou que é preciso estudar e pesquisar mais sobre o assunto. Em relação as ocorrências contidas nos evangelhos, a ciência tem preferido seguir apenas pelo primeiro caminho.

A ciência espírita, embora também se baseie na existência de leis naturais, difere da ciência oficial, por acreditar que elas atuam sobre a parte espiritual da criação, refletindo na matéria. Difere ainda, de modo fundamental, quando aceita a existência e o uso de um sentido novo conhecido por mediunidade, além dos cinco conhecidos, para aplicar os métodos experimentais necessários ao exame e estudo científico dos fatos.

Para o espiritismo, sendo perfeito Criador — perfeitas são suas leis e naturais os fenômenos da vida. É difícil para nós — os humanos, imaginarmos um sistema perfeito que atenda a todas as necessidades sem apresentar qualquer desvantagem e ainda possa acompanhar a transformação do mundo, trazendo só benefícios e assegurando um bom destino a toda a criação, variando apenas a dimensão temporal.

Paradoxalmente à perfeição absoluta que entendemos o Criador, acabamos pensando que há erros, injustiças, esquecimentos. Acabamos imaginando que precisamos alertar e pedir constantemente a interferência divina em nosso dia-a-dia. Acabamos concluindo que Deus atende aos desejos de uma minoria privilegiada, curando uns, oferecendo uma sobrevida a outros, mas deixando multidões submetidas aos mais diferentes tipos de sofrimento. O espiritismo veio explicar, ou melhor, dar as primeiras explicações sobre a lei de ação e reação que faz repercutir em cada um os seus próprios atos e pensamentos, a lei de cooperação, a lei de sintonia, a lei de progresso, a lei de justiça e outras tantas que apesar de derrubarem nossa crença nos milagres, faz engrandecer ainda mais nossa compreensão de Deus, aumentando nossa confiança, trazendo explicações e consolo em nossos problemas, dando forças para enfrentar as dificuldades, motivando e oferecendo subsídios para a nossa transformação interior rumo à felicidade plena.

Historicamente, o homem sempre necessitou do amparo da dor ou do fenômeno surpreendente, para acreditar em Deus, em si mesmo e nas forças naturais do universo que escapam ao exame dos sentidos comuns. Por isso os milagres tem tido um papel relevante na transformação moral do homem. Todavia, na medida em que os ser cresce e se desenvolve, deixa para trás o período natural de infância e passa a não precisar dos mesmos estímulos para sentir, crer e entender. A doutrina espírita atinge primeiro os seres que almejam mais conhecimentos e anseiam pela depuração de seus sentimentos.

Acima de toda a nova compreensão que hoje temos, os milagres ainda nos encantam, particularmente aqueles ocorridos pela influência do mestre Jesus. É fascinante ler e estudar esses fenômenos, procurando descobrir suas causas, as leis que os regem, sabendo que eles estão disponíveis para todos nós, aguardando nossa capacitação. É fascinante acompanhar o desenrolar dos milagres e procurar desvendar a beleza contida na intenção e nos sentimentos que originam cada um, próprios de um ser evolutivamente muito acima de nós. Precisamos ver o que cada fato extraordinário está tentando nos dizer. Como eles foram produzidos tem uma importância secundária, face ao que eles podem significar e ensinar sobre a natureza espiritual do homem.

O quadro a seguir mostra 38 fenômenos relatados nos quatro evangelhos, ocorridos pela intervenção direta ou indireta de Jesus. Lucas apresenta o maior número: 25, talvez por seu interesse em medicina e João relata apenas 10. A maior parte dos "milagres" trata de curas. Somente dois são relatados nos quatro evangelhos, treze aparecem em três evangelhos, 9 em dois evangelhos e 14 apenas em um evangelho. Confira.

 
Relação dos 38 "milagres" de Jesus
Nº
Fenômenos com a natureza
Mateus
Marcos
Lucas
João
1
Multiplicação dos pães
14:13-21
6:30-44
9:10-17
6: 1-15
2
Tempestade amainada
8:23-27
4:35-41
8:22-25
3
Andar sobre as águas
14:22-33
6:45-52
6:16-21
4
Segunda multiplicação dos pães
15:32-39
8: 1-10
5
Dessecação da figueira
21:18-22
11:12-14
6
Pesca surpreendente
5: 1-11
21: 3-14
7
Transformação da água em vinho
2: 1-11
8
Escuridão no céu
27:45
15:33
23:44

Nº
Fenômenos com Jesus
Mateus
Marcos
Lucas
João
1
Passa incólume pelos inimigos
4:29-30
8:59
2
Transfiguração
17: 1- 3
9: 2- 4
9:28-30
3
Ressurreição
28: 1- 7
16: 1- 8
24: 1-12
20: 1-10

Nº
Curas
Mateus
Marcos
Lucas
João
1
A sogra de Pedro
8:14-15
1:29-31
4:38-39
2
Um leproso
8: 2- 4
1:40-45
5:12-16
3
Um paralítico
9: 1- 8
2: 1-12
5:17-26
4
A mão atrofiada
12: 9-14
3: 1- 6
6: 6-11
5
A mulher hemorrágica
9:20-22
5:25-34
8:43-48
6
Os cegos de Jericó
20:29-34
10:46-52
18:35-43
7
O filho do oficial romano
4:46-54
8
O criado do centurião
8: 5-13
7: 1-10
9
Os dois cegos
9;27-31
10
O surdo-mudo
7:31-37
11
O cego de Betsaida
8:22-26
12
O hidrópico
14: 1- 6
13
Os dez leprosos
17:11-19
14
A orelha do servo do Sumo-sacerdote
22:50-51
15
O enfermo no tanque de Betesda
5: 1-18
16
O cego de nascença
9: 1-41

Nº
Exorcismos
Mateus
Marcos
Lucas
João
1
O possesso de Gerasa
8:28-34
5: 1-20
8:26-39
2
O possesso de Cafarnaum
1:21-28
4:33-36
3
A filha da mulher cananéia
15:21-28
7:24-30
4
Maria Madalena
16: 9
8: 2

Nº
Exorcismos com cura
Mateus
Marcos
Lucas
João
1
O menino mudo e epilético
17:14-21
9:14-29
9:37-43
2
O possesso mudo e cego
12:22-23
3
O possesso mudo
9:32-34
11:14
4
A mulher encurvada
13:10-17

Nº
Voltar à vida
Mateus
Marcos
Lucas
João
1
A filha de Jairo
9:18-26
5:21-43
8:40-56
2
O filho da viúva de Naim
7:11-17
3
Lázaro
11: 1-44

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Não estás deprimido, estás distraído …

     …Distraído em relação à vida que te preenche, distraído em relação à vida que te rodeia, golfinhos, bosques, mares, montanhas, rios.
     Não caias como caiu teu irmão que sofre por um único ser humano, quando existem cinco bilhões e seiscentos milhões no mundo. Além de tudo, não é assim tão ruim viver só.
     Eu fico bem, decidindo a cada instante o que desejo fazer, e graças à solidão conheço-me… o que é fundamental para viver.
     Não faças o que fez teu pai, que se sente velho porque tem setenta anos, e esquece que Moisés comandou o Êxodo aos oitenta e Rubinstein interpretava Chopin com uma maestria sem igual aos noventa, para citar apenas dois casos conhecidos.

     Não estás deprimido, estás distraído.
     Por isso acreditas que perdeste algo, o que é impossível, porque tudo te foi dado. Não fizeste um só cabelo de tua cabeça, portanto não és dono de coisa alguma.
     Além disso, a vida não te tira coisas: - te liberta de coisas… alivia-te para que possas voar mais alto, para que alcances a plenitude.
     Do útero ao túmulo, vivemos numa escola; por isso, o que chamas de problemas são apenas lições. Não perdeste coisa alguma: - Aquele que morre apenas está adiantado em relação a nós, porque todos vamos na mesma direção. E não esqueças que o melhor dele, o amor, continua vivo em teu coração.

     Não existe a morte... Apenas a mudança.
     E do outro lado te esperam pessoas maravilhosas: Teus entes queridos, teus avós e pais, que deviam acreditar que a pobreza está mais próxima do amor, porque o dinheiro nos distrai com coisas demais, e nos machuca, porque nos torna desconfiados.

     Faz apenas o que amas e serás feliz.
     Aquele que faz o que ama, está benditamente condenado ao sucesso, que chegará quando for a hora, porque o que deve ser será, e chegará de forma natural.
     Não faças coisa alguma por obrigação ou por compromisso, apenas por amor. Então terás plenitude, e nessa plenitude tudo é possível sem esforço, porque és movido pela força natural da vida, a mesma que nos ergue nos momentos difíceis da vida; a mesma que nos mantém vivos quando os médicos nos dão dias ou meses de vida.
     Deus te tornou responsável por um ser humano, que és tu. Deves trazer felicidade e liberdade para ti mesmo. E só então poderás compartilhar a vida verdadeira com todos os outros.
     Lembra-te: "Amarás ao próximo como a ti mesmo". Reconcilia-te contigo, coloca-te frente ao espelho e pensa que esta criatura que vês, é uma obra de Deus, e decide neste exato momento ser feliz, porque a felicidade é uma aquisição.
     Aliás, a felicidade não é um direito, mas um dever; porque se não fores feliz, estarás levando amargura para todos os teus vizinhos.
     Existem tantas coisas para experimentar, e a nossa passagem pela terra é tão curta, que sofrer é uma perda de tempo. Podemos experimentar o frio no inverno e as flores na primavera, o chocolate, o pão quentinho, frutas frescas tropicais, um bom vinho, os mares e os rios, o futebol dos brasileiros, As Mil e Uma Noites, a Divina Comédia, Quixote, poesias; a música e as pinturas clássicas, entre tantas maravilhas.

     E se estás com câncer ou AIDS, podem acontecer duas coisas, e ambas são positivas:

     se a doença ganha, te liberta do corpo que é cheio de processos (tenho fome, tenho frio, tenho sono, tenho vontades, tenho razão, tenho dúvidas)...
     Se vences, serás mais humilde, mais agradecido... portanto, facilmente feliz, livre do enorme peso da culpa, da responsabilidade e da vaidade, disposto a viver cada instante profundamente, como deve ser.

     Não estás deprimido, estás desocupado.

     Ajuda a criança que precisa de ti, ajuda os velhos e os jovens te ajudarão quando for tua vez. Aliás, o serviço prestado é uma forma segura de ser feliz, como é gostar da natureza e cuidar dela para aqueles que virão.
     Dá sem medida, e receberás sem medida.
     Ama até que te tornes o ser amado; mais ainda converte-te no próprio Amor.
     O bem é maioria, mas não se percebe porque é silencioso. Uma bomba faz mais barulho que uma caricia, porém, para cada bomba que destrói há milhões de carícias que alimentam a vida. Vale a pena, não é mesmo?
     Se Deus possuísse uma geladeira, teria a tua foto grudada nela. Se ele possuísse uma carteira, tua foto estaria nela. Ele te envia flores a cada primavera. Ele te envia um amanhecer a cada manhã. Cada vez que desejas falar, Ele te escuta. Ele poderia viver em qualquer ponto do Universo, mas escolheu o teu coração. Encara, amigo, Ele está louco por ti!
     Deus não te prometeu dias sem dor, riso sem tristeza, sol sem chuva, porém Ele prometeu força para cada dia, consolo para as lágrimas, e luz para o caminho.


     “Quando a vida te trouxer mil razões para chorar, mostra que tens mil e uma razões para sorrir”

terça-feira, 15 de março de 2011

Visão espírita dos cataclismos e flagelos naturais

Questionamentos surgem quanto à natureza da justiça divina após destruidores cataclismos e flagelos naturais em que milhares de seres humanos perecem, de forma trágica, quase que instantaneamente. Sobretudo, porque, do ponto de vista de nossa imediata identificação com a realidade física, pessoas de bem sucumbem na mesma condição que os perversos.

No entanto, esclarecem os bons espíritos que durante a vida terrena o homem relaciona tudo a seu corpo, mas após a morte, pensa de outra maneira. "A vida do corpo é um quase nada; um século de vosso mundo é um relâmpago na eternidade. Os sofrimentos que duram alguns dos vossos meses ou dias, nada são. Apenas um ensinamento que vos servirá no futuro. Os espíritos que preexistem e sobrevivem a tudo, eis o mundo real. São eles os filhos de Deus e o objeto de sua solicitude".
E aqui está toda a raiz do sofrimento na Terra: o esquecimento de nossa verdadeira identidade espiritual e a conseqüente e atrofiada identificação com o mundo material e sua brutal e imperfeita realidade.
Esquecidos de que somos seres espirituais em um mundo material, sequer cogitamos sobre as leis imutáveis da Inteligência Suprema regulando continua e incessantemente todas as coisas. Esquecemos também da lei de destruição, que é soberana na dimensão física, onde atualmente nossa consciência estagia, em demanda a realidades mais refinadas. Os espíritos insistem em nos conscientizar de que nossa realidade é espiritual por isso, há todo esse esforço deles nas comunicações, para que não nos desesperemos em momentos naturais extremos e inevitáveis.

Dizem eles que os corpos não são mais que disfarces sob os quais nosso verdadeiro ser aparece no mundo. "Nas grandes calamidades que dizimam os homens eles são como um exército que, durante a guerra, vê os seus uniformes estragados, rotos ou perdidos. O general tem mais cuidado com os soldados do que com as vestes". Tempestades passageiras no destino do mundo.
Lembra-nos Allan Kardec, em diálogo com os bons espíritos, transcrito em O Livro dos Espíritos no capítulo Lei de Destruição, "quer a morte se verifique por um flagelo ou por uma causa ordinária, não se pode escapar a ela quando soa a hora da partida: a única diferença é que no primeiro caso parte um grande número ao mesmo tempo". E observa, inteligentemente: "se pudéssemos elevar-nos pelo pensamento de maneira a abranger toda a humanidade numa visão única, esses flagelos tão terríveis não nos pareceriam mais do que tempestades passageiras no destino do mundo".
Nosso ponto de vista distorcido.
Mesmo assim, fica aquela impressão de que as vítimas desses flagelos continuam sendo vítimas. Contudo, enfatizam os espíritos sobre nosso ponto de vista distorcido, convidando-nos a considerar que a vida, em sua expressão apenas material, "é insignificante em relação ao infinito", e justamente temos dificuldade em levar isto em consideração. E na balança da lei de compensação cósmica, outra lei divina e soberana, "essas vítimas terão noutra existência uma larga compensação para os seus sofrimentos, se souberem suportá-las com resignação". Nessas tragédias, cada indíviduo recebe, em menor ou maior proporção, a parte que lhe cabe.
Lembram-nos ainda os bons espíritos de que muitos flagelos são as conseqüências da própria imprevidência do homem. À medida que se adquire conhecimentos e experiências, ele pode evitá-los, preveni-los (ou minimiza-los) se souber pesquisar-lhes as causas. Mas entre os males que afligem a humanidade, há os que são de natureza geral e pertencem aos desígnios da Providência. "Desses, cada indivíduo recebe, em menor ou maior proporção, a parte que lhe cabe, não lhe sendo possível opor nada mais que a resignação à vontade de Deus. Mas ainda esses males são geralmente agravados pela indolência do homem".
Os avanços da ciência o exercício da inteligência e da caridade Sobre essa questão de prevenção, comenta o codificador, ainda no mesmo capítulo de O Livro dos Espíritos: "Através da ciência, algumas regiões antigamente devastadas por terríveis flagelos não estão hoje resguardadas? Que não fará o homem, portanto, pelo seu bem-estar material, quando souber aproveitar todos os recursos de sua inteligência e quando, ao cuidado da sua preservação pessoal, souber aliar o sentimento a uma verdadeira caridade para com semelhantes?"

Enfatizam os espíritos que esses grandes flagelos naturais "são provas que proporcionam ao homem a ocasião de exercitar a inteligência, de mostrar a sua paciência e a sua resignação ante a vontade de Deus, ao mesmo tempo em que lhe permitem desenvolver os sentimentos de abnegação, de desinteresse próprio e de amor ao próximo, se ele não for dominado pelo egoísmo".
Os desígnios da Providência face aos flagelos destruidores.
Durante esses trágicos acontecimentos, os desesperados e os imediatistas perguntam por quê Ele não poderia empregar outros meios para melhorar a humanidade que não essas tragédias.
Ao que respondem os espíritos do bem: "O Criador diariamente emprega outros meios, pois deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal. É o homem que não os aproveita; então, é necessário afligi-lo em seu orgulho e fazê-lo sentir a própria fraqueza."
No plano imperfeito em que nos encontramos, a destruição é necessária para a regeneração moral dos espíritos e sintetizando o ensinamento dos espíritos superiores, sobre a lei da destruição, soberana em nosso plano material, esclarecem eles que o Criador aflige a humanidade com esses flagelos para fazê-la avançar mais depressa, uma vez que a destruição é necessária para a regeneração moral dos espíritos, que adquirem em cada nova existência um novo grau de perfeição.

E observam: "é necessário ver o fim para apreciar os resultados. Só julgais essas coisas do vosso ponto de vista pessoal, e os chamais de flagelos por causa dos prejuízos que vos causam. Mas esses transtornos são freqüentemente necessários para fazer com que as coisas cheguem mais prontamente a uma ordem melhor, realizando-se em alguns anos o que necessitaria de muitos séculos".

Artigo elaborado sobre estudo do capítulo VI Lei de Destruição, livro

terceiro, de O Livro dos Espíritos, publicado pela EME Editora,



10 maneiras de erguer um Centro Espírita

1. Compareça às reuniões, e, sempre que o fizer, chegue na hora.
2. Se o tempo não estiver bom, vá assim mesmo.
3. Quando solicitado a auxiliar, ofereça o melhor de si, sem dizer que o trabalho deve ser executado por esse ou aquele companheiro.
4. Quando não assistir às reuniões, não critique o trabalho daqueles que compareceram.
5. Sempre que convocado, aceite os postos de maior responsabilidade, e, caso não tenha sido ainda, não veja nisso motivo de melindre.
6. Dê sincera importância à execução de suas tarefas, e, quando solicitado a prestação de contas, apresente-se com humildade.
7. Quando chamado a opinar sobre assunto sério, fale no momento certo, porém, depois da reunião, não discuta com ninguém como deveria ter sido decidido, pois já não é tempo.
8. Lute por fazer mais do que o absolutamente necessário, unindo-se àqueles que põem mãos à obra com toda a boa vontade e com todo o zelo em prol do êxito dos trabalhos, sentindo-se responsável e nunca imaginando a existência de uma panelinha querendo mandar e desmandar.
9. Se novos colaboradores chegarem, auxilie-os na melhor compreensão do que seja o Centro Espírita.
10. Na parte que lhe toca contribuir para pagamento dos compromissos materiais, financeiros, preste seu concurso regular e não espere ser lembrado para cooperar.

Fonte: Editora EME